Como jogar Curva perigosa
- Escolha uma curva e leia no cartão a massa, a rapidez, o raio ou o coeficiente de atrito μ.
- Use F = m·v² ÷ r e, no limite, iguale-a à aderência μ·m·g.
- Digite sua resposta e aperte Dirigir. Uma força define a aderência dos pneus, uma rapidez define quão rápido o carro vai e um raio constrói a curva.
- Observe o painel e as setas. Se a curva precisar de mais força do que os pneus podem dar, o carro segue uma circunferência mais aberta e pode sair da estrada.
O que mantém um carro na curva?
Um carro fazendo uma curva está em movimento circular, então precisa de uma força para o centro da curva: a força centrípeta F = m·v² ÷ r. Numa estrada plana, só o atrito lateral entre os pneus e o asfalto pode dá-la, e o atrito tem um limite, μ·m·g. Enquanto m·v² ÷ r ≤ μ·m·g, o carro segue a curva. No limite, v = √(μ·g·r): a massa se cancela, então um caminhão pesado e um carro leve têm a mesma rapidez máxima. Quando a estrada exige mais força do que os pneus dão, o carro não é lançado para fora; ele continua virando, mas numa circunferência mais aberta, R = m·v² ÷ (μ·m·g), e escorrega para o lado de fora da curva.
Um modelo para aprender
O carro é um ponto que mantém rapidez constante numa estrada plana, sem inclinação lateral e sem resistência do ar. Seu atrito lateral pode crescer até μ·m·g; quando a curva precisa de mais, o atrito fica nesse limite e aponta para o centro de uma circunferência mais aberta. Numa derrapagem real, o carro também freia. A entrada na curva, o fim da curva e a saída da estrada são calculados exatamente. Os valores são exemplos didáticos, não limites de segurança no trânsito.